Meus Universos.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Eu organizo tudo em posições que fazem muito sentido pra mim. Eu tento, de toda forma, seguir os ritmos dessa dissimulação doentia em que eu me habito, na qual não existe nenhuma lógico comum, a não ser a influência tendenciosa dos sentimentos. E como eu me sinto, como nós, nós sentimos? Entretanto, o que seria de nós sem nenhuma dissimulação? A coisa pura, a essência, o ritmo abafado de acordes, ultrapassados? Seria muita ganância querer as coisas e suas essências fiéis pra mim? DE repente, me vejo totalmente sem rumo ou razão, há uma esperança, eu entendo seus sons e suas letras, meu espírito sonhador, o rei do nada, sempre será uma batida constante, como de sinos, queimando na tarde que cai. E sem regras, queremos mais esperança, pra onde se constrói as carícias infantis abaixo do nível dessa humanidade. E que nada, nem ninguém conseguirá chegar a ouvir, pois somente a direção que nos guia mostra o caminho, e quando se sabe pra onde está indo, o mundo todo é pequeno.