Meus Universos.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Não há esperança sem dor, não há revoltas sem amor. Não podemos dizer que foi pequeno o tempo que nos foi dado, porque dele aproveitamos tudo o que valeu a pena. Inferno, será que eu consigo escrever alguma coisa mais útil, mais construtiva? Cansei dessa lamentação, que na verdade não é uma lamentação e sim apenas recordações impossíveis de se apagarem, pois meu universo é aqui. Universos Eu. Universo de recordações, do que me fez, e me faz feliz. Universo de golpes baixos, universos de mentiras pra mim mesmo, universos de certezas escondidas e divididas, mas nunca acreditadas. Universos de solidão? Ou sempre tem alguém aqui, lendo minhas infelicidades e percebendo o quanto sou lunático? E pra você, se é que existe você: Atenção você que está lendo isso!(sinceramente não sei como devo me dirigir a você, não faço idéia) Obrigado. Obrigado por segurar minha mão enquanto falo o que nunca falei, o que penso e continuo pensando, pois não há regras no pensamento, não há controle no destino e na direção desses ventos. Temos um destino? Temos uma direção? (pra onde você quiser eu vou) Me agarro a você, eu não tenho pra onde ir, e quem não sabe pra onde ir qualquer lugar serve.